“Não pode ser!” Ela gritou. E gritou novamente. O quarto estava escuro e ela olhava para frente, incrédula.

A luz da tela do celular, solto entre as suas coxas, dava ares de suspense ao seu rosto, como em filmes de terror. Não demorou e a claridade diminuiu. Ela se assustou e pegou o celular de volta, constatando o que a havia aterrorizado: “Eu também te amo, como amiga”

 

Rafael Pedrosa, 10 de maio de 2017.

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