Em casa, no trabalho, andando pela rua ou parada numa fila do banco, ela nunca conseguia ter sossego. Eles sempre estavam lá.

Era um falando de um lado, o outro do outro e ela no meio, num turbilhão de aborrecimento, chateação e constrangimento que a deixava louca. Uma pena que levaria ainda um bom tempo até ela descobrir que grupos de família podem ser silenciados por até um ano.

 

 

Rafael Pedrosa, 06 de maio de 2017.

2 comentários sobre “No Conto da Parede #6

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