Gente pra lá e pra cá num mini alvoroço aguardando o atendimento. Algumas pessoas conseguindo, outras não. Um sentimento de impotência e agonia.

Senha 202 chamada no letreiro. Muito longe da 257 que ele segurava na mão. Naquele momento ele sabia que pouquíssimas coisas poderiam ser piores do que aquela espera interminável. Não ter levado um livro para aquela desgraça de banco era uma delas.

 

Rafael Pedrosa, 03 de maio de 2017.

6 comentários sobre “No Conto da Parede #4

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